
Dia 15 de maio foi aniversário da cidade de Humaitá, situada no sul do estado do Amazonas e banhada pelo rio Madeira. Esta cidade tem o título de Princesa do Madeira. Entre a floresta amazônica e a urbanização crescente desde a década de 1970, com a abertura da Transamazônica, ela preserva costumes tanto indígenas quanto portuguesas.
Foi por meio da fala dos indígenas Parintintin que o porto de Humaitá despertou uma investigação sócio-antropológica. E a partir dos festejos locais pode-se levantar questões históricas, políticas, econômicas, enfim, culturais do universo ribeirinho desconhecido da maioria dos brasileiros que estão retratados no livro "Princesa do Madeira. Os festejos entre populações ribeirinhas de Humaitá-AM", publicado pela editora Humanitas-USP em parceria com a Fapesp. Ler é um convite a ir até o local para confirmar o impacto do campesinato do sul ao campesinato amazônida. Em Jales-SP, encontra-se na livraria Única (Rua Oito) e Livraria Pastoral (ao lado da catedral).
l por meio de uma alegoria conhecida como o "Mito da caverna" ou "Alegoria da caverna". Após esse mito ter sido contado e explicado em sala de aula, o Maurício de Souza, em uma de suas histórias em quadrinhos buscou adaptar o mito para a realidade atual com o título "As sombras da vida". Procure ler os dois textos, o filosófico e o não-filosófico e faça uma interpretação crítica a respeito de como anda a educação do SER Humano.