"FILOSOFIA EM AÇÃO: PENSAR BEM PARA BEM VIVER" tem como objetivo refletir sobre os conceitos e temas filosóficos abordados na Educação Básica necessários para a construção da cidadania e da democracia.
sábado, 16 de maio de 2020
domingo, 12 de abril de 2020
O Poder a favor da vida
| Muro escolar revestido com cores da bandeira brasileira em Marinópolis-SP, 2014 |
Em tempos de pandemia causado pelo Coronavírus - Covid 19 - refletimos sobre o Poder ao longo da História.
A partir dos estudos feitos, ao longo de décadas, pelas Ciências Humanas, no período contemporâneo, percebe-se que os fenômenos sociais mais presentes na humanidade são o poder e a violência.
Embora as Ciências Humanas têm, no seu início, corroborado em alguns momentos da História com a permanência da hegemonia de certos povos ou grupos da sociedade, justificando seu poder por vias racionais, as Ciências Sociais têm diagnosticado que a violência gerada é fruto das "legitimidades" outorgadas ou promulgadas por "Direitos" discutidos no âmbito político-econômico-geográfico, causando no social tensões nas nações por elas investigadas.
O fenômeno "Poder", desde tempos remotos, esta enraizado no ser humano como algo intrínseco a sua natureza. Se de um lado, trouxe aparentemente benefícios para uns, no entanto, causou e tem causado sequelas desumanas para uma grande maioria dos homens ou sociedades.
Nesse sentido, o filósofo italiano Giorgio Agamben em sua obra O Poder soberano e vida nua, desperta reflexões significativas. Trata da capacidade que o ser humano tem de usar a linguagem e com ela persuadir um grupo ou povo, demonstrando com isso que a materialidade do homem como tal está nessa habilidade imanente e, não apenas epistemológica, de criar conceitos direcionados a seus pares como acreditava Hegel. Influenciado por Aristóteles, Agamben dialoga também com Heidegger, Kant, Foucault, Nietzsche, Arend, Benjamin buscando compreender o "dispositivo" que ontologicamente está eclodindo no seio das culturas. A partir dos estudos feitos sobre o período moderno constata-se que os indivíduos controlados pelo Estado passam a serem vistos como meros objetos "mercadológicos", gerado por um "biopoder", ou seja, o econômico prevalece além do corpo social e cultural, sendo a violência a exploração como consequência.
Com isso, podemos relacionar a análise feita por Alfredo Bosi, em Dialética da colonização, onde apresenta de modo peculiar as versões utilizadas pela linguagem com o outro.Os exemplos dos poemas de José de Anchieta faz-nos pensar como aquilo que, aparentemente seria uma forma de santidade, de purificação para uma civilização, demonstra uma forma de dominação da cultura europeia cristã a outra. Apesar de seu esforço em adaptar a realidade indígena às suas peças, por exemplo, percebe-se o quanto de ideologia, por meio da linguagem, violentou tantos povos causando o etnocentrismo, ou seja, violência nos costumes, até hoje, dizimados pelo mundo e em nossa sociedade que estabeleceu preconceito entre cultura erudita versus cultura popular. Isso relacionado aos estudos de Agamben faz-nos refletir num momento que tal "dispositivo" foi acionada na humanidade, visto que a Idade Média também foi palco de "legitimidades" privilegiadas para uns em detrimento de vários outros.
Nessa "dialética da colonização", que nada mais é que estratégia do poder, Assaman também chama a atenção para o "silêncio coletivo" durante o período do holocausto e do nazismo, em sua obra Espaço de recordação. A autora discute que não há ausência de memória, pois ela acontece nos grupos sociais promovendo encontros, recordações. Mas, "a memória não se enquadra na História", porque como verificamos pela bibliografia citada, o poder registrado pela História tenta "apagar" a memória de grupos ou povos. No entanto, indivíduos ao se encontrarem formam grupos sociais em busca de sua identidade. Geralmente, a memória dos mortos passa a ser o ponto de partida para a identidade desse grupo. Como também foi citado na obra de Bosi quando analisou a violência que os portugueses faziam com os indígenas, tirando-os de suas terras.
O antropólogo Appadurai, em O medo do pequeno número constata, também, a relação do poder causada pela modernidade, que do Ocidente foi para as civilizações milenares da Ásia. O fato da economia capitalista querer dominar o mercado externo faz os blocos econômicos disputarem e explorarem o trabalho humano causando mais violência nas várias dimensões, não só política mas social e cultural gerando um exército de mão de obra não qualificada na Ìndia e em outros países do Oriente sem terem direitos.
Said critica o "Imperalismo do Ocidente" que tem causado desastres não só econômicos, mas também, culturais. As crenças, os costumes, as economias locais, próprias das famílias bem como a linguagem não foram respeitadas nas suas aldeias. No início, nem se quer levadas em conta concebendo o mundo como uma "aldeia global".
O fato de o Ocidente ver o Oriente com outros olhos isso não lhe dá o direito de negar o modo de vida que têm. O Oriente tem muito a contribuir para com o Ocidente. Por isso, a busca de um diálogo sobre seus símbolos e significados, haja visto, pela História, que países como Inglaterra e outros povos europeus dominaram e causaram tantas vítimas humanas. Hoje o capitalismo imperalista passou a ser questionado pelas minorias.
O Iani perpassa pela globalização gerada pelo capitalismo, também verificando que o massacre cultural dos povos não é nem sempre pela violência física, mas ideológica que existe por traz da mídia. Esta, busca manter uma ideia dessa "aldeia global" por meio da tecnologia, agora informatizada. Em O mal-estar na civilização, de Freud, já alerta para os problemas psicológicos que os indivíduos da modernidade iriam enfrentar devido ao poder, tanto político-econônico quanto religioso, seriam constatados.
A violência às crenças dos indivíduos, à sexualidade controlada pelo modo de produção capitalista ou pela Igreja será o mal do período contemporâneo, desestruturando indivíduos e suas famílias que por causa da produção terão as energias (libidos) direcionadas a satisfação de uma determinada classe. Diante de todo poder estabelecido pela globalização, Boaventura de Souza, propõe em Reinventar a teoria crítica e recomeçar a emancipação social abrangendo uma nova ética para a Sociologia ou Ciências Sociais, concebendo, assim, a "Sociologia da ausência" e a "Sociologia da emergência".
Abordar a necessidade em "Sociologia da ausência" reverte os monopólios das monocultura do saber, da produtividade, da mercadoria, da economia, das diversidades e compreender a "Sociologia da emergência" em que a ecologia do saber, da produtividade, das relações das diferentes, da desescala entre outros aprofundamentos sugere o entendimento, das diversas facetas das culturas humanas como uma forma de buscar um convívio social tolerante, fraterno em que de fato todos possam gozar dos direitos, sem violência em que o poder seja a favor da vida.
sábado, 4 de abril de 2020
Filosofando em tempos de Coronavírus
Em tempos de crise, seja ela pessoal ou social, há a necessidade de parar e refletir sobre o caminho que se fez e qual o caminho que se quer fazer.
Toda pessoa tem etapa na vida e, para mim, não é diferente. Precisei parar para refletir e organizar a caminhada. Passaram dias, semanas, e quando vi, meses. O tempo do filosofar não é o mesmo do relógio.
Com o novo caminho, retomo o blog em tempos de crise maior que o pessoal, agora é mundial.
A reflexão ou o filosofar é, mais uma vez, necessário para podermos caminhar.
Para sabermos qual o caminho seguir devemos nos perguntar: O que queremos?
O que somos? De onde viemos? Para onde vamos? Já foram perguntados há séculos. Temos algumas respostas... Mas, o que fizemos com as respostas que já foram respondidas?
O mundo está passando por momentos difíceis, mas para quem conhece a História da Humanidade lembra dos percalços trilhados pelos mais corajosos.
Todos somos convidados a filosofar, parar para refletir, analisar o caminho percorrido e pesar os resultados. Relembrar dos ensinamentos, questões e resultados que deram certo para se voltar a felicidade, não hedonista, mas, sim, do bem comum.
O tempo do filosofar pode ser chamado de "quarentena" neste momento em que cada um deve estar em sua casa. Casa essa que não deve ser só física, mas adentrar em sua "casa interior" e refletir.
Que possamos juntos, diante do desafio de um novo vírus - Covid 19 - buscarmos nos comprometer com a vida não só material, mas também, transcendental, pois o Universo é um só. Somos todos conectados.
É tempo de cuidarmos de nossa saúde física, mental, psíquica, espiritual; cuidarmos mais uns dos outros e, assim, vivermos numa sociedade justa e solidária.
terça-feira, 7 de janeiro de 2020
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
Ideologia e discurso não-ideológico
Ultimamente, a palavra "ideologia" tem sido muito citada no meio político como uma espécie de chavão para rebater opiniões opostas. Mas, o que é ideologia?
A palavra "ideologia" quer dizer "conjunto de ideias", formação de ideias, segundo os filósofos Japiassú e Marcondes significa "em sentido mais amplo, passou a significar um conjunto de ideias, princípios e valores que refletem uma determinada visão de mundo, orientando uma forma de ação, sobretudo uma prática política". Neste sentido, a ideologia aqui é no sentido amplo como se diz a "ideologia de uma religião", a "ideologia de um partido, seja de direita ou de esquerda", a "ideologia de uma teoria". Ao analisar, neste sentido, é querer entender quais as ideias nessa ou naquela religião, quais as ideias nesse ou naquele partido, quais as ideias nessa ou naquela teoria, no texto lido etc.
No entanto, há o significado de ideologia no sentido pejorativo, que segundo alguns estudiosos, existe na "superestrutura" de um Estado, isto é, a classe dominante de uma população procura criar e manter uma ideia (ou várias) entre o povo para que pensem, sintam e ajam do jeito que essa classe deseja, seja ela política ou religiosa. Segundo o filósofo Marx e Engels, algumas ideias restringem-se apenas ao plano de ideias, distanciando-se da realidade. Por isso, no sentido negativo, essa visão de ideologia tem como característica uma visão de ideias ocas, lacunar, invertida e sem fundamento, foge à realidade, embora seja passada como algo natural a todos da população de uma determinada cultura, como presenciamos nas propagandas comerciais, nas propagandas religiosas, nas propagandas partidárias e esportivas. Exemplos: Figuras míticas que trarão seu presente, o xampu que deixará seu cabelo sedoso, a liberdade ao comprar aquele carro, a alegria que determinada bebida irá proporcionar, aquele aparelho ou marca que lhe dará um status etc.
No discurso não-ideológico não é possível haver "fantasias", ideias sem fundamentos, pois a análise exige rigor nos fatos, na pesquisa, na lógica. Há um rigor na reflexão. Tem por objetivo apresentar a verdade em relação a realidade, contrariando, assim, o "discurso ideológico" que busca apresentar ideias que enganam as classes dominadas.
A ideologia utiliza uma narrativa sofista, da classe que domina para convencer a classe dominada a seguir o que pensam, o que sentem, daí, a importância de dominarem os meios de comunicação de massa (TVs, jornais, programas de rádios, revistas, internet). No discurso não-ideológico é necessário a pesquisa, o estudo, o debate, o consenso para se chegar a uma argumentação concisa, coerente.
Por isso, o cidadão esclarecido ao ouvir, ler ou falar procura discernir o que é discurso ideológico do discurso não-ideológico e tirar suas conclusões, concordando ou não com o que ouviu, leu ou foi falado. Infelizmente, ainda temos muitos cidadãos na população que se deixam enganar por não saber identificar tais discursos. Cabe a Filosofia apresentar os vários tipos de discursos e esclarecer o indivíduo sobre tais mecanismos utilizados na sociedade onde se vive.
quinta-feira, 20 de junho de 2019
Filosofia e meio ambiente
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| Morro do índio em Garopaba, SC. 2017 |
A foto acima demonstra o conjunto de elementos que, desde o início da Filosofia, motivou a busca da origem da natureza.
Os elementos água, ar, terra e fogo discutidos pelos pré-socráticos Tales de Mileto, Anaximandro, Anaxímenes, Heráclito, Empédocles e, tantos outros clássicos da Grécia antiga, iniciaram o que, depois, no período moderno,chamamos de Ciência Natural.
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| Panorama da Beira Mar norte, São José, SC. 2019 |
Com as Ciências Biologia, Física e Química, os fenômenos da natureza passaram a serem estudados de forma mais sistemática a ponto de Galileu, Pascal, Newton revolucionarem as teorias de época, aprofundando o que antes foi iniciado pela Filosofia apenas pela observação.
A partir da utilização do método científico além da observação, a coleta de dados, a análise, a comparação de resultados para chegar a generalização de uma teoria passaram a fazer parte das premissas necessárias para compreender a natureza.
Toda pesquisa tornou-se uma forma de adentrar nos mistérios da natureza e, assim, prever o percurso da mesma, pois há um determinismo frequente em tudo que a rodeia.
Entretanto, infelizmente, a exploração da natureza, sua poluição e sua destruição cresceram por abusos em relação a terras, aos animais, a plantações, a povos minoritários a ponto de países se reuniram para refletir tais problemas e assinarem por exemplo, o Protocolo de Kyoto, ECO 92, Agenda +20 preocupados com a poluição crescente em nosso planeta Terra.
Diante dos desastres, lixos, desmatamentos, mortes de animais entidades surgiram em defesa da natureza como: Greenpeace, WWF, SOS Mata Atlântica, Instituto Chico Mendes entre outros, para conscientizar a população do respeito à natureza e cobrar das autoridades a Educação ambiental proposta nos documentos assinados nas assembleias internacionais.
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| Galhos de árvores. Foto retirada do computador 2019. |
Desabamentos de morros com casas, prédios, hoteis, barragens da Vale como aconteceu em Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais, desmatamento na Amazônia, a poluição do ar e das águas por causa de dejetos químicos, agrotóxicos nos alimentos etc, trazem grandes desafios para as Ciências e todos nós, seres humanos, no mundo todo. Por isso, as grandes potências discutem de tempos em tempos, o que este ano o Brasil se omitiu.
Ser-com (Dasein) como afirmou Heidegger, em pleno século XX, trouxe a consciência de que devemos prestar mais atenção a tudo que nos rodeia. O outro, seja as plantas, os animais, o ser humano, o univerno, Deus está tudo conectado. Nossa responsabilidade é grande. Portanto, vamos nos educar em não jogar lixo no meio ambiente, buscar usar produtos naturais, preservar os parques, as florestas, não poluir a atmosfera, evitar andar de carro, se possível, de bicicleta, metrô, trem, a pé.
Já pensou em ir a uma praia ou cachoeira ou rio sem perigo de contaminação? "Bora", então, fazer a sua parte. Evite embalagens plásticas. Cuide da natureza, pois dependemos dela para tudo. Ela agradece. Os pássaros cantarão mais alegres, as crianças poderão brincar em jardins, os alimentos poderão ser mais naturais, orgânicos, o que farão bem à saúde. O seu corpo será mais saudável. O ar será respirável.
quinta-feira, 16 de maio de 2019
Política e suas dimensões
No Brasil, ainda há, pessoas que pensam que política e politicagem é a mesma coisa. Infelizmente, confundem política com corrupção. Esquecem que tudo que se decide em um grupo, ou sociedade, ou povo vem de um ato político. Mas, o que é política? Vamos estudar o significado dessa palavra de um modo bem simples?
Política é uma junção de duas palavras que vem do grego: "Pólis" = quer dizer "cidade" e "Ethos" = que significa "conduta". Então, a palavra "política" quer dizer "Conduta da cidade".
Segundo Aristóteles, filósofo do século IV a.C., que escreveu seu um livro específico sobre o poder e a organização de um sociedade, Política, define política como "Ciência de bem governar", resumindo com outras palavras "política é a organização dos conflitos e das necessidades para o bem comum".
Há várias cidades que têm a palavra "pólis" embutida em seus nomes, por exemplo: Fernandópolis (cidade de Fernando); Marinópolis (cidade de Marin); Florianópolis (cidade de Floriano); Petrópolis (cidade de Pedro) e assim, podemos entender que cada um dos nomes citados são aqueles que tiveram o poder de organizar um determinado local que conhecemos como cidade.
Contudo, as taxas ou impostos estabelecidos pelos governos, bem como salários, normas de trânsito, códigos civil e penal são decididos depois de muita reflexão entre as autoridades. Numa democracia exige ouvir o outro, analisar os pós e os contras, falar argumentativamente até chegarem num consenso. Porém, como as decisões são tomadas? Como os representantes do povo se organizam para fiscalizar que está no poder executivo? E quem fiscaliza o poder legislativo? Quais as atribuições de cada cidadão que tem o poder para decidir pela população? Ou como a população tem o poder soberano?
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| Vista panorâmica de Vila Velha-ES, outubro 2018. |
Dimensões da Política
A política começa em casa e tem várias dimensões. Porém quando saímos de nossa casa ou de um ambiente familiar, essas dimensões são ampliadas para o tamanho da sociedade. Organizar todos os aspectos da sociedade exige atribuições específicas, por isso, há:
1ª) Política territorial = organização do espaço a ser ocupado. Ex.: terreno, bairros, regiões, países.
Os mapas são chamados de "mapa politico" porque mostra a organização dos espaços, representados por diferentes cores como os rios, as matas, rochedos etc.
2ª) Política social = organização da sociedade, classificação de classes, política educacional, sanitária, de transporte.
3ª) Política econômica = organização das atividades que mantém a população. Geralmente, divide-se em setor primário (agricultura), setor secundário (indústria) e setor terciário (comércio).
4ª) Política ideológica = organização de ideias que vai direcionar a economia, os movimentos sociais. No mundo, há duas ideias que predominam a liberalista (esta defende a liberdade econômica sem a intervenção do Estado que os da "direita" praticam pensando nos lucros empresariais) e a socialista (defende uma sociedade igualitária em que o papel do Estado é garantir o bem estar de todos como os da "esquerda" buscam fazer acontecer).
5ª) Política partidária = organização de grupos que buscam interesses em comum por meio de partidos. Cada partido defende determinados interesses que tem por finalidade elaborar projetos que irão influenciar na política social, econômica e territorial.
Então, a política como Ciência de bem governar exige que as pessoas envolvidas sejam virtuosas para que se combater a corrupção, pois a organização é para o bem estar de todos e não para um indivíduo ou um pequeno grupo como, infelizmente, alguns pensam.
Ao compreendermos o verdadeiro significado da palavra "política" entende-se que quem conduz a pólis (= cidade) é o cidadão. Portanto, conscientize-se dos problemas sociais, econômicos, ambientais e participe das decisões de sua escola, de seu bairro, de sua cidade, de seu país. Procure conhecer qual a política ideológica do partido do candidato que pretende votar para não se arrepender depois.
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