Para filosofar

"...nada mais faço do que persuadir a todos, jovens e anciãos, a não se preocuparem com si mesmo ou com suas posses, mas acima de tudo e, principalmente a se preocuparem com o mais profundo aperfeiçoamento da alma. Digo a vocês que a virtude não é dada pela riqueza, mas que de fato, a virtude gera riqueza e também todos os bens dos homens, públicos e também privados." (Platão, Apologia de Sócrates, IV a.C)

domingo, 25 de janeiro de 2015

Meios da introdução da mulher na sociedade de forma igualitária

Texto produzido por Octávio Fachin Farinasse, da EE Orestes Ferreira de Toledo sobre questão de gênero.

     "Antigamente, antes do século XX, a mulher não tinha direito para nada; os homens a viam como simples donas de casa. A partir de 1930, o sexo feminino passou a ter mais direitos como votar diretamente para eleições, no Brasil.
     [Desde então], a mulher passou a ser reconhecida [...] na sociedade e os homens as aceitaram, [diminuindo] os casos de maus tratos entre homens e mulheres.
    A partir do século XXI, houve a criação da Lei Maria da Penha, instituída em 07/08/2006, cuja Lei é de número 11.340, que auxilia a mulher no caso de "brigas" e "maus tratos". A Lei é favorável [...] com a mulher que estiver na parte certa do caso.
     O sexo feminino ganhou maior influencia no Brasil, quando a primeira e atual presidenta, Dilma Rousseff, se candidatou e ganhou as eleições de forma direta.
     Portanto, a sociedade brasileira está construindo, de forma concreta, a igualdade de gênero. Ongs a propósito da igualdade pode se juntar e criar novas leis e melhorar a convivência entre mulheres e homens, e, não favorecer o machismo na sociedade, como a criação de "vagões rosas" nos [trens] do Rio de Janeiro, em 2006, [...], diminuindo os casos de assédio sexual."

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Discurso de formatura

 
     Pois é, entra ano, sai ano, a escola procura liberar um tanto de jovens que, ao final do ensino médio, buscam um lugar na sociedade.

     Agora, mais amadurecidos e preparados para o pleno exercício da cidadania, acreditamos que todos possam assumir o seu papel com responsabilidade, pois o futuro de uma nação está na proporção que se investe na educação dos novos, tanto crianças quanto adolescentes.


Professores e Diretora Helena em dia de formatura 2014
da EE Orestes Ferreira de Toledo.


     Neste sentido, em primeiro lugar, quero parabenizar a direção da EE. Orestes Ferreira de Toledo, por proporcionar uma homenagem por mais uma etapa findada. Parabenizar aos pais pelos anos de acompanhamento e parceria com a educação escolar e confiar nos professores e funcionários que se empenharam em preparar seus filhos para a vida e a sociedade.


Pais e convidados para formatura
dos alunos ensino médio 2014
da EE Orestes Ferreira de Toledo.
 


     Em particular, eu quero parabenizar todos os formandos de 2014, por mais uma etapa de vida e pelo reconhecimento do trabalho feito junto ao longo desses três anos.







Alunos da 3C da EE. Orestes Ferreira de Toledo - Dez/2014.
                       No caso da terceira série C (turma vespertina), fizeram questão de escolher como paraninfa a professora de Filosofia junto com a professora de Biologia, demonstrando assim, sem perceber, como é importante cuidar da saúde do espírito, da alma, e da saúde do corpo físico e biológico. Parafraseando  Platão, "nada mais faço do que persuadir a todos, jovens e anciãos, a não se preocuparem com si mesmo ou com suas posses, mas acima de tudo e, principalmente a se preocuparem com o mais profundo aperfeiçoamento da alma. Digo a vocês que a virtude não é dada pela riqueza, mas que, de fato, a virtude gera riqueza..."
     Vocês são o futuro da nação; transforme-a sendo éticos, responsáveis, virtuosos.
     Desejo a todos sucesso e muitas felicidades em seus sonhos. Que o nosso Pai Maior os abençoe.

Professora Terezinha e grupos do aluno
da 3a. B da EE Orestes F. Toledo, Dez 2014.
Professoras Terezinha e Sonia com alunos
da 3a. C do ensino médio. Dez 2014.



Profa. Terezinha, de Filosofia e
Profa. Sonia, de Biologia. Dez 2014
 

Questão de gênero em nossa sociedade brasileira

     Diante de um dos preconceitos ainda existente em nossa sociedade contemporânea, a discussão sobre a questão de gênero entre os jovens do ensino médio da EE Orestes Ferreira de Toledo  teve como efeito a produção de alguns textos interessantes.
     Transcrevo o texto da aluna Luana Pereira Cardoso, da terceira série C, intitulado "Desigualdade de gênero".
    "Da Antiguidade ao período moderno as mulheres foram excluídas da sociedade. A Declaração dos Direitos do Homem e do cidadão já excluía as mulheres de todo e qualquer direito que no todo [só] designado ao homem.
    Olympe de Gouges tentou mudar essa situação e encaminhou à Assembleia Nacional da França, em 1791, uma Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã pedindo que o documento fosse tomado como fundamento da Constituição.
     Uma frase de Olympe de Gouges, extraída do artigo de sua declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, tornou -se lema do movimento feminista do século XIX: 'A mulher tem o direito de subir no cadafalso, deve ter também o direito de subir numa tribuna'.
    Depois de uma longa e sofrida jornada em defesa dos seus direitos, no Brasil somente na década de 1930 com Getúlio Vargas no poder a mulher foi considerada cidadã e teve o tão sonhado direito ao voto alcançado. No entanto, com toda luta e com toda as leis, atualmente, a mulher não é tratado com igualdade, seu gênero ainda é considerado frágil e inútil para muitos homens que são popularmente chamado de machistas.
     As mulheres ainda têm salários menores em relação ao homem, apesar de aproximadamente 34% das mulheres serem aquelas que comandam seus lares financeiramente. Esse fato, mostra que as mulheres têm a mesma capacidade no trabalho que os homens, independentemente de seu gênero, e por isso, ela deve ganhar o mesmo que [o sexo oposto].
     Nos lares a situação é, ainda, pior do que no trabalho e na sociedade [...]. Ela é infelizmente agredida fisicamente, sexualmente e emocionalmente por seus parceiros ou homens próximos. Porém, no dia 07/08/2006, a mulher alcançou seu direito à segurança com a criação da Lei Nº 11.340/06, chamada popularmente Lei Maria da Penha. Esse nome foi dado pois, essa mulher foi agredida por seu marido e [que acabou] em uma cadeira de rodas.
     Portanto, a mulher lutou ... mas, seus direitos foram [garantidos] por Lei, pois é pela lei que ela é considerada igual ao homem. Porém, [para] muitos a igualdade de gênero não existe e [acha] que o homem é superior a mulher. Para melhor a situação da mulher, a Lei vai ter que entrar ... em ação. [...]"

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Filósofos vivos e o ensino do filosofar

Painel do XVI ANPOF em Campos
do Jordão. Outubro 2014.
      Hoje, sendo a terceira quinta-feira do mês de novembro, como todo ano, é o Dia Mundial da Filosofia. Este ano tem como tema de reflexão "A Filosofia e a educação na vida humana". Por isso, escrevo sobre os filósofos vivos e a reflexão sobre o ensino do filosofar.
    
      Geralmente, os filósofos trabalham dentro de quatro paredes e pouco são vistos pela população. Alguns, aparecem ou escrevem na mídia, mas nem sempre são reconhecidos como filósofos. Por isso, aproveito o dia de hoje, para apresentar, neste espaço, o XVI ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO DE FILOSOFIA - ANPOF - que ocorreu em Campos do Jordão, nos dias 27 a 31 de outubro deste ano.

                                                          

Filósofos no salão de Convenções em
Campos do Jordão, Outubro 2014.
  

   O XVI ANPOF recebeu mais de dois mil profissionais de Filosofia do Brasil inteiro, de todas as regiões, que se subdividiram nos vários hotéis da cidade de Campos do Jordão-SP. A maioria apresentou comunicações em vários grupos de trabalhos (GTs), bem como mesas redondas para discussão de problemas pertinentes a contemporaneidade.
 
     Concomitante ao encontro dos professores doutores, mestres e estudantes de Filosofia das diversas universidades do país, houve, também, o II Encontro Nacional da ANPOF Ensino Médio, com o objetivo de refletir o Ensino da Filosofia no ensino médio e trocar experiências pedagógicas sobre o fazer pedagógico na disciplina de Filosofia nas escolas brasileiras.
 
Painel do II ANPOF Ensino Médio e
coordenadores Prof. Dr. Marcelo Guimaraés
 (UNIRIO), Prof. Dr. Felipe Ceppas (UFRJ) ao
lado da Professora de Filosofia, Maria Terezinha
Corrêa. Outubro 2014.
     A programação da XVI ANPOF foi intensa e por isso, os trabalhos começavam cedo, às 7:30 e continuava até às 22 horas, parando, para pequenos intervalos e refeição por conta própria. 

Filósofos assistindo mesa redonda com
Marcos Nobre na XVI ANPOF 2014.
             
Grupo de Trabalhos sobre Filosofar.
XVI ANPOF 2014. 












     Os minicursos eram sempre os primeiros da manhã, com duração de uma hora e meia.
Com o Prof.  Silvio Gallo (UNICAMP) e o Prof. Dr. Américo Grisotto (UEM) foi possível dialogar e aprofundar a importância sobre "Pensamento como experiência filosófica" tendo como fundamento filósofos contemporâneos Deleuze e Guattari, Nietzsche, entre outros que buscam rever nossa postura diante do exercício do filosofar.

 
Slide apresentado no minicurso sobre
"Pensamento como experiência filosófica"
coordenado pelo filósofo Prof. Dr.
Silvio Gallo no IIANPOF EM, 2014.


 
Filósofos Prof. Dr. Américo Grisotto (UEM) e
Prof. Dr. Silvio Gallo (UNICAMP) no minicurso
do II ANPOF EM, Campos do Jordão, 2014.















     Além dos minicursos, GTs e mesas redondas os participantes puderam comprar livros, cds e dvds sobre Filosofia e áreas afins de várias editoras com desconto de 50%.

     No meio da semana, um dos eventos culturais foi o lançamento e/ou relançamentos de livros de alguns autores que puderam dar autógrafos, enquanto acontecia o coquetel.

 
Profa. Terezinha em relançamento do
livro Princesa do Madeira que cita
Walter Benjamin, entre cientistas sociais
na XVI ANPOF em Campos do Jordão, 2014.
               
Filósofa Profa. Dra. Jeanne-Marie Gagnebrin
 no lançamento sobre "...Ensaios de W. Benjamin"
na XVI ANPOF ao lado da Profa. Terezinha. Out/2014













Filósofo Prof. Dr. Celso Favaretto (USP)
prestigiando lançamento de livros na
XVI ANPOF, outubro 2014.


Coquetel do lançamento de livros
na XVI ANPOF em Campos do Jordão/SP.
Outubro 2014.


           










     Durante o XVI ANPOF foi possível reencontrar vários "filósofos vivos", vivíssimos, isto é, professores de Filosofia, trocar endereços eletrônicos, ideias, fazer alguns passeios e saber que temos um ex-aluno da EE. Itael de Castro, de Santa Fé do Sul, da Diretoria de Jales, atualmente fazendo mestrado em Filosofia na UNESP  de Marília, Tiago Brentam. Ouvir do professor do Distrito Federal, Antônio Kubitschek porque a cantora Valeska Popozuda foi parar numa prova de Filosofia, saber dos projetos do PIBID do governo federal que estão funcionando nas escolas do país, bem como apreciar as belezas da "Suíça brasileira" em Campos do Jordão.
 
Prof. Antônio Kubitschek, do DF,
explicando como uma avaliação de Filosofia
foi tema da mídia nacional.
XVI ANPOF Outubro 2014
Filósofa Prof. Dra. Renata Lima Aspis UFMG
na XVI ANPOF em Campos do Jordão. Out 2014.
          
 
Apresentação cultural na XVI ANPOF


Filósofo Luiz F. Pondé na XVI ANPOF
Campos do Jordão/SP Outubro 2014.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

    O II Encontro Nacional da ANPOF Ensino Médio terminou com um simpósio entre professores de Filosofia e os filósofos das Universidades públicas do Brasil para definir um possível Mestrado Profissional em Filosofia a partir de 2015, tendo como instituição sede a Universidade Federal do Paraná em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro e a Universidade Federal de Pernambuco.
 
    O Mestrado Profissional em Filosofia terá como objetivo  atender a demanda e a necessidade de preparar o profissional para atuar no ensino de educação básica, considerando que a maioria das escolas brasileiras, ainda, tem uma certa defasagem desse profissional, subjugando outras áreas a ocupar o espaço, o que tem causado um certo desconforto no exercício na experiência do pensamento.

Bancada do Simpósio do II ANPOF EM
em Campos do Jordão/SP, Out 2014.

Professores de Filosofia em Simpósio
no II ANPOF EM Campos do Jordão/SP.
Outubro 2014













     Que o Dia Mundial da Filosofia estimule o mundo pensar na melhoria da educação humana a começar pela educação básica em nossas escolas brasileiras, promovendo no mundo uma reflexão entre os relacionamentos étnicos, políticos, culturais, religiosos para alcançarmos a paz tão desejada pela humanidade.
     

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

O ENEM e suas habilidades

     Pois é, dia oito e nove de novembro é dia do maior exame nacional do nosso país. Consta que este ano de 2014 são nove milhões inscritos. Sabe-se que muitos farão como "treineiros", outros vão com "a cara e a coragem" mesmo sem ter estudado muito. Porém, todos buscam uma forma de testar seus conhecimentos adquiridos ao longo dos anos escolares.
 
     Como a Filosofia é a disciplina que busca educar o olhar para o geral, de modo interdisciplinar, proporcionando uma visão ampla de uma determinada situação, o que não se pode esquecer nos dias de provas são as competências e as habilidades que foram desenvolvidas durante as aulas. São elas que irão demonstrar a capacidade que o indivíduo adquiriu ao longo de sua vida estudantil e permitir prosseguir no ensino superior.
 
Desenho da aluna Bruna, 3C do EM
da EE Orestes Ferreira de Toledo
ao relacionar Filosofia e Ciência, 2012.
    Então, vamos relembrando as competências necessárias para a redação e leitura dos textos? São cinco, a saber:
 
    1) Dominar as linguagens, a forma culta da língua portuguesa (nada de palavras abreviadas ou gírias), da matemática (números romanos, gráficos, tabelas etc), artística e científica.
    
     2) Compreender fenômenos, significa construir e aplicar os conceitos das várias áreas estudadas nas diversas disciplinas tanto das naturais quanto das histórico-geográficos e relacionar com o que se pede, pode ser numa manifestação artística ou numa produção tecnológica.
 
    3) Entender situações-problema. Ao ler a questão fique atento ao que se pede - selecionar, organizar, relacionar, interpretar dados e informações representados de diferentes formas, para tomar decisões e enfrentar situações do cotidiano ou de uma determinada época. Por isso, os detalhes do enunciado ou da imagem, da legenda ou nota de roda pé são importantes serem observados.
 
   4) Construir argumentações é relacionar informações, representadas em diferentes formas, e conhecimentos disponíveis em situações concretas, para construir argumentação consistente. Para isso, relembre o que já foi dito a respeito do assunto, fundamentando com um ou mais autores e/ou leis para depois posicionar-se sobre a questão.
 
    5) Elaborar propostas é a novidade que pode ser sua "marca registrada" ao sugerir algo inédito ou concluir problematizando o tema proposto na prova.
 
    Além da redação ou produção de texto, as habilidades estarão presentes nas várias questões de múltipla escolhas, como utilizar variáveis gráficos, dados estatísticos, formas geométricas, indicadores sociais, variantes linguísticas, escalas de tempo, contextualização dos processos histórico-geográfico, diversidade cultural e biodiversidade...
 
    Importante NÃO ESQUECER TÍTULO na produção de texto, independente do gênero (dissertativo, narrativo ou artístico). O título propõe a ideia central do seu texto.
 
     Calma, concentração e disciplina ao fazer o exame.
     Desejo a todos sucesso!

Filosofia e o Combate ao crak

Palestra sobre como se proteger contra
o crak na EE. Orestes Ferreira de Toledo
setembro/2014.
    Um dos fenômenos contemporâneos em nossa sociedade é a violência, muitas vezes, causada pelo vício, principalmente de drogas. Infelizmente, o Brasil está em primeiro lugar no uso do crak, o que tem ceifado várias vidas e causado muitas desavenças familiares e sociais. O que fazer? Como mudar essa situação?
  
  Sabe-se que os mais prejudicados são os adolescentes, os jovens de modo geral. Estes são persuadidos por aqueles que prometem uma falsa felicidade em suas vidas, propondo-lhes o consumo de substâncias que causam prazeres efêmeros, mas que depois, transformam o usuário em "presas" fáceis.
Painel de fundo da palestra do
Combate ao crak. Setembro/2014.
    
     Neste sentido, a professora mediadora Aparecida Ávila, da EE Orestes Ferreira de Toledo, promoveu uma palestra interativa do "Projeto Recomeço", de Jales-SP, com os estudantes, que passaram duas horas atentos ao palestrante.
 


Alunos sendo abraçados após palestra
 pelas professora mediadora Aparecida
Ávila e a diretora da escola Helena Trindade.
Setembro 2014.
      A palestra sobre como proteger-se do crak mexeu com a autoestima dos adolescentes que num determinado momento foram abraçados, consolados, enfim, acolhidos pela professora Aparecida Ávila e a diretora Helena Trindade. Elas foram  convidadas pelo palestrante terapeuta, a ficarem no lugar de "mães", em cima do palco, pois muitos adolescentes choraram quando ouviam o depoimento sobre a carência afetiva que sentem de seus pais, mas, principalmente, das mães que trabalham fora e, muitas vezes, não têm tempo para dar um abraço em seus filhos.


    

Os alunos do 3C do EM, Bruno, Otávio
 e seu irmão com as professoras Terezinha
 e Elizabeth durante a palestra sobre o
 Combate ao crak. Setembro/2014.
     O abraço era voluntário, de graça. Teve aqueles que preferiram sentir "o colo", sentando pertinho das professoras mais próximas. Percebeu-se que uma das estratégias do tratamento ao combate ao crak é sentir-se acolhido, querido pelos amigos de verdade, que buscam o bem querer uns dos outros e, não, a destruição do ser humano, como vemos pela mídia, ou muitas vezes, assistimos em nossas próprias famílias.


Alunos do ensino fundamental da EE.
Orestes Ferreira de Toledo, apresentando
um poema durante a palestra de combate
ao crak. Setembro/2014.
      A palestra foi um despertar para a vida, foi interativa, dialógica. Houve vídeos, frases de filósofos como "Penso, logo existo", de Renè Descartes, incentivando a parar para pensar nas consequências antes de entrar numa "fria", como dizem os jovens.






Alunos do ensino fundamental da EE
Orestes Ferreira de Toledo, em Palmeira
d`Oeste, encenando, durante a palestra
de combate ao crak. Setembro/2014.
 
  Também houve teatro apresentado pelos alunos do ensino fundamental, perguntas que estimulavam a participação de todos.
 
     Enfim, a escola tem cumprido seu papel de despertar o espírito crítico, promover a integração dos estudantes na diversidade, proporcionar acesso aos conhecimento técno-científicos, a partir de uma formação ética e cidadã. Cabe as famílias e autoridades melhorar as condições de vida de todos para que ninguém seja marginalizado, excluído da felicidade.




 


Em qual dos dois?

     O texto a seguir é um dos exercícios em que o aluno busca produzir texto dissertativo sobre o assunto estudado, no caso o papel do Presidencialismo e do Parlamentarismo.
     A aluna Daniela Paba Vieira, da terceira série do ensino médio, da EE. Orestes Ferreira de Toledo, escreveu seu parecer sobre a questão de modo simples sobre o que entendeu.

     "Existem dois sistemas de governo, o Parlamentarismo que pode ocorrer numa monarquia ou república, e, o Presidencialismo que ocorre apenas na república.
     No Parlamentarismo tem o chefe de Estado que pode ser o rei ou presidente, porém eles não participam das decisões políticas. Existe também no Parlamentarismo o chefe de governo. Ele é chamado de primeiro ministro e é a figura mais importante. Nesse sistema há uma eleição parlamentar, onde os votos do parlamento elege ou tira o primeiro ministro. Os parlamentares, no caso, é o povo quem escolhe.
     No Presidencialismo existe três poderes que são: executivo, legislativo e judiciário. O chefe de Estado no Presidencialismo é o presidente. Ele exerce a chefia do poder executivo. Esse presidente quem escolhe é o povo por meio do voto popular. Ele é eleito por um prazo fixo, podendo reeleger duas vezes apenas.
     Diante de tudo isso, em meu ponto de vista, o Presidencialismo é melhor, porém se for "usado" de uma maneira correta, pois o povo tem poder, porém não sabe usá-lo."
 
    O texto acima foi um exercício da proposta na página 24 do volume 2 deste segundo semestre, antes das eleições. Embora o texto resuma o entendimento sobre o assunto proposto, faltou citar alguns autores que pudessem fundamentar melhor os tipos de sistemas de governos propostos e, argumentar um pouco mais a conclusão. No entanto, valeu o desempenho.

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