Para filosofar

"O ENTENDIMENTO COLOCA O HOMEM ACIMA DOS OUTROS SERES SENSÍVEIS E LHE DÁ VANTAGENS E DOMÍNIO SOBRE ELES. SÓ POR ISSO JÁ SERIA UM ASSUNTO A MERECER O NOSSO EMPENHO EM ESTUDÁ-LO." (John Locke. Ensaio sobre o entendimento humano.-1632-1704-.)

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Do lado de um engenheiro

     Durante os estudos do volume 2, da disciplina de Filosofia, a aluna Camila G., da terceira série A, da EE. Orestes Ferreira de Toledo, em Palmeira d´Oeste, como proposta de exercício escrever um texto narrativo ou poético, após ler o texto filosófico, relacionou o tema Ciência, estudado na situação de aprendizagem 1 com muita habilidade. Engenharia foi a Ciência escolhida para associar com o tema Libertarismo. Aprecie!

     "Faço casas, prédios, pontes
    e outras coisas a mais.
    Afinal de contas esse é o meu trabalho.
   Trabalho, trabalho, trabalho
    É só o que ultimamente faço.
    Mas, do que reclamar?
    Fui livre para escolher e até parar
    Mas escolhi continuar,
    Continuar, continuar...
   Se não continuasse?!
   Se eu parasse?!
   Com o que eu vou comer?
   Estamos todos presos a isso
   Trabalhando e lutando para sobreviver." 

Escuridão

     O aluno Dione Vicentine de Carvalho, da terceira série A do ensino médio, da EE Orestes Ferreira de Toledo, produziu um poema sobre o tema liberdade, demonstrando, assim, a habilidade de como transformar um texto de linguagem filosófica em linguagem poética com o título "Escuridão".
    
    O jovem estudante teve como desafio relacionar uma Ciência (estudado na situação de aprendizagem 1, do volume 2), com o tema Libertarismo, da situação de aprendizagem 2. No caso, a ciência escolhida foi a Física astronômica.


"Debaixo das estrelas
Passava noites a observar
Desde o infinito universo
Até o brilho doce do luar.
 
Se sentia muito bem
O coração ia a mil
Entre suas reflexões:
O que será desse mundo hostil?
 
Como maldição jogada sobre ele
Uma cegueira o atingiu
Em troca de um experimento
Perdeu o brilho das estrelas."



 

O por quê de ser ético

    "Ética significa agir com responsabilidade e assumir as consequências dos nossos próprios atos, visando o bem estar de todos em nossa volta, respeitando sempre.
     Ignorar o outro ou pensar absolutamente em si mesmo, usando, assim, a desonestidade não é ser ético. As consequências de ser antiético são apenas uma punição da sociedade (ou do outro) a um comportamento inaceitável, diferente do que é atribuído ao indivíduo que faz o inverso.
     Portanto, ser ético resulta na felicidade plena de convívio consigo e com os outros, que deve decorrer de atos honestos e agir de acordo com as leis da sociedade e, principalmente, da Constituição."
 
     O texto acima foi elaborado por Janaína Zeoli, da segunda série do ensino médio, da EE Orestes Ferreira de Toledo, como um exercício final da situação de aprendizagem 8, cujo tema foi "Alienação moral", em Sartre.
     Parabéns, Janaína. Que possamos ter indivíduo ético em nossa sociedade e em nosso mundo.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Ser ético

    A produção do texto abaixo é da aluna Camila Bonfim Brighente, da segunda série C, da EE Orestes Ferreira da Costa referente a atividade da disciplina Filosofia, escrita por ocasião no fechamento do volume 1, Situação de aprendizagem 8, cujo tema foi sobre "Alienção moral". Após conceito e exercícios sobre ética, a reflexão pessoal foi escrita, como o exemplo a seguir.
 
     "Nós, seres humanos, precisamos da reflexão ética presente em nossas vidas. a partir dela é que formamos nossa individualidade perante a sociedade.
      A ética revela o que somos; ao praticá-la temos uma postura correta, solidária responsável para com os outros. Ficar praticando um erro [...] torna-se anti-ético, assim como diz Sartre que "a ética deve ser entendida como ação no mundo, sob o contingenciamento da história".
      Nesse sentido, ter ética é não prejudicar os outros; é saber ganhar e perder; é ter uma atitude que favoreça você e os outros.
     Portanto, devo ser ética, respeitar os outros, não ter preconceito, deduzindo aquilo que é certo ou errado, praticando sempre boas ações; ter responsabilidade e ser solidária."

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Palestra sobre Ética e gestao pública

Alunos da 2a.C da EE Orstes Ferreira
de Toledo, após palestra do Agente de
organização escolar, Robson Yonezawa,
sobre Ética na Gestão pública. Agosto 2014.
    
 
 
     Os alunos da segunda série do ensino médio da EE Orestes Ferreira de Toledo, ao recomeçar os estudos do terceiro bimestre, tiveram a oportunidade de aprofundar o tema "Ética", abordado no primeiro volume da disciplina Filosofia.
    
 
 
Agente de organização escolar, Robson
Yonezawa, em palestra em sala de aula,
na EE Orestes Ferreira de Toledo. Ago 2014.
    
    
 
  Desta vez, o agente de organização escolar, Robson Yonezawa, também, ex-aluno da escola acima citada, foi o convidado para compartilhar seus conhecimentos sobre o assunto, visto que está terminando o curso de Gestão Pública, em Jales.
       O palestrante definiu duas palavras gregas: "Ethos", distinguindo de "Êthos", destacando, porém, o primeiro termo, relacionado aos estudos sobre "Ética", ramo que avalia o caráter, a conduta prática dos indivíduos em sociedade.
 
    De modo sucinto, o inspetor Robson, explanou exemplos bem práticos, de como deveria agir aqueles que trabalham numa repartição ou empresa pública, como a escola, seja municipal ou estadual. Exemplificou com atividades do cotidiano escolar, sempre abordando a importância de sermos éticos para a boa convivência.
 
Um grupo de alunos da 2a.B da EE Orestes
Ferreira de Toledo, após palestra sobre Ética
na Gestão pública, com o Agente escolar,
Robson Yonezawa. Agosto, 2014.

     Os jovens participaram com perguntas e citaram exemplos de como deveríamos proceder eticamente em nossas vidas, independente do lugar em que se esteja. Assim, com aplausos, Sr. Robson com sua palestra enriqueceu reflexões sobre questões abordadas no conteúdo do primeiro semestre de Filosofia e que continuará neste início de segundo.
 
 
 
 
    
     Agradeço imensamente a colaboração do Agente de organização escolar, Robson, por ceder uns minutos de seu tempo para falar com os jovens do ensino médio, acreditando, assim, que a escola é uma "comunidade  aprendente", onde todos têm algo para aprender e ensinar.
 
    Parabéns aos estudantes que contribuíram para o bom andamento da atividade. Valeu!
 
 
   

   

sábado, 2 de agosto de 2014

Esquentando fim de bimestre

    Os alunos da EE Orestes Ferreira de Toledo finalizaram o segundo bimestre com uma festa "julina". A novidade foi que a festa caipira, coordenada pela agente escolar, Naiara, também, foi uma festa do "avesso".



Agente escolar, Naiara,
 coordenando a quadrilha. Julho 2014.

 Os alunos da terceira série do ensino médio, tanto da manhã quanto da tarde, em tom de brincadeira, aproveitaram para se divertir e inverter os papéis.
 
Alunos da 3a. série EM B e "noivos"
Julho 2014.
Alunos da 3a. série C com "noivos"
Julho 2014. 
                                            










    
    A quadrilha teve a participação dos alunos do ensino fundamental e médio, mais alguns professores que se vestiram a caráter para interagir na festa, como momento de socialização e descontração.
 
Alunos do período da tarde em festa "julina"
da EE Orestes Ferreira de Toledo. Jul 2014.

 
Momento do cumprimento dos cavalheiros para com as damas,
na quadrilha. Julho 2014.

                               
                                                                               A festa ´"julina", além de descontrair, permite cada um se "soltar".     
                      
                            Baile caipira na EE Orestes Ferreira de Toledo. Julho 2014.
                       

Alunos do período da manhã preparando-se
para a quadrilha na EE Orestes F. de Toledo.
Julho 2014.



"Noiva" jogando o buquê no final da quadrilha.
Julho 2014.
     Considerando a festa como um "fato social total" no sentido de Marcel Mauss, antropólogo francês, pode-se observar vários aspectos durante a apresentação, como: o jeito de  cavalheiros e damas cumprimentarem-se, a reação de um cavalheiro com outro quando convida uma dama para dançar, os trajes típicos e os estereótipos de personagens presentes no universo das interrelações  rurais, bem como as músicas, que antes era só forró, na atualidade, introduz no meio da quadrilha, um trecho funk ou sertanejo universitário, demonstrando, assim, "liminaridades" e "dramas" no sentido de Turner.
 
    
    
Alunos do período da tarde da EE. Orestes Ferreira de Toledo
posando para foto antes da quadrilha "julina". Julho 2014.
 
 
 
   


domingo, 27 de julho de 2014

OBSERVAÇÃO DOS ASTROS EM ALEXANDRIA

Capa do DVD Alexandria,
filme de Alejandro Amenabar
    Com os estudos sobre os discursos narrativo (ou mítico) e filosófico, na terceira série do ensino médio, e a visita ao Planetário Móbile, na EE. Orestes Ferreira de Toledo, em Palmeira d´Oeste, o próximo passo a ser revisto no currículo será o discurso científico.
 
     Para isso, nada melhor como ilustrar o conteúdo com um filme, para analisar que nem tudo que aprendemos sobre o  Conhecimento científico foi "às mil e uma maravilhas".
    
     O filme "Alexandria" (título original "Ágora"), de Alejandro Amenabar, demonstra como na História da Filosofia houve, não só muita especulação sobre os astros, mas também preconceito, dor e sofrimento para que o Conhecimento sobre o cosmos fosse compreendido e divulgado.
 
     A investigação filosófica não teve apenas homens como seus discípulos. A filósofa Hepátia (Hypatia), do período helênico, foi uma das colaboradoras para o desencadear de questões celestiais que iam além de seu tempo, mas que, infelizmente, foi interrompida com a destruição do centro de estudos avançados, onde havia a maior biblioteca, em Alexandria, devido os conflitos entre as religiões (Romana, Judaica e Cristã).
 
     Muitos registros se perderam na guerra religiosa. O pouco que se salvou foram resgatados pela filósofa Hepatia e alguns de seus discípulos. Mas, durante o período helênico, avançados estudos foram feitos das teorias de Euclides, Ptolomeu entre outros, prevalecendo, ainda, naquele tempo até a Idade Média, a visão geocêntrica do universo.
 
    O filme Alexandria (ou Ágora) é um convite a conhecer como o mundo científico estava prestes a nascer, embora as questões religiosas afastassem os filósofos das discussões referentes à natureza.

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