Para filosofar


"A EDUCAÇÃO É UM PROCESSO SOCIAL,
É DESENVOLVIMENTO.
NÃO É PREPARAÇÃO PARA A VIDA:
É A PRÓPRIA VIDA." (John Dewey)


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Palestra sobre Ética e gestao pública

Alunos da 2a.C da EE Orstes Ferreira
de Toledo, após palestra do Agente de
organização escolar, Robson Yonezawa,
sobre Ética na Gestão pública. Agosto 2014.
    
 
 
     Os alunos da segunda série do ensino médio da EE Orestes Ferreira de Toledo, ao recomeçar os estudos do terceiro bimestre, tiveram a oportunidade de aprofundar o tema "Ética", abordado no primeiro volume da disciplina Filosofia.
    
 
 
Agente de organização escolar, Robson
Yonezawa, em palestra em sala de aula,
na EE Orestes Ferreira de Toledo. Ago 2014.
    
    
 
  Desta vez, o agente de organização escolar, Robson Yonezawa, também, ex-aluno da escola acima citada, foi o convidado para compartilhar seus conhecimentos sobre o assunto, visto que está terminando o curso de Gestão Pública, em Jales.
       O palestrante definiu duas palavras gregas: "Ethos", distinguindo de "Êthos", destacando, porém, o primeiro termo, relacionado aos estudos sobre "Ética", ramo que avalia o caráter, a conduta prática dos indivíduos em sociedade.
 
    De modo sucinto, o inspetor Robson, explanou exemplos bem práticos, de como deveria agir aqueles que trabalham numa repartição ou empresa pública, como a escola, seja municipal ou estadual. Exemplificou com atividades do cotidiano escolar, sempre abordando a importância de sermos éticos para a boa convivência.
 
Um grupo de alunos da 2a.B da EE Orestes
Ferreira de Toledo, após palestra sobre Ética
na Gestão pública, com o Agente escolar,
Robson Yonezawa. Agosto, 2014.

     Os jovens participaram com perguntas e citaram exemplos de como deveríamos proceder eticamente em nossas vidas, independente do lugar em que se esteja. Assim, com aplausos, Sr. Robson com sua palestra enriqueceu reflexões sobre questões abordadas no conteúdo do primeiro semestre de Filosofia e que continuará neste início de segundo.
 
 
 
 
    
     Agradeço imensamente a colaboração do Agente de organização escolar, Robson, por ceder uns minutos de seu tempo para falar com os jovens do ensino médio, acreditando, assim, que a escola é uma "comunidade  aprendente", onde todos têm algo para aprender e ensinar.
 
    Parabéns aos estudantes que contribuíram para o bom andamento da atividade. Valeu!
 
 
   

   

sábado, 2 de agosto de 2014

Esquentando fim de bimestre

    Os alunos da EE Orestes Ferreira de Toledo finalizaram o segundo bimestre com uma festa "julina". A novidade foi que a festa caipira, coordenada pela agente escolar, Naiara, também, foi uma festa do "avesso".



Agente escolar, Naiara,
 coordenando a quadrilha. Julho 2014.

 Os alunos da terceira série do ensino médio, tanto da manhã quanto da tarde, em tom de brincadeira, aproveitaram para se divertir e inverter os papéis.
 
Alunos da 3a. série EM B e "noivos"
Julho 2014.
Alunos da 3a. série C com "noivos"
Julho 2014. 
                                            










    
    A quadrilha teve a participação dos alunos do ensino fundamental e médio, mais alguns professores que se vestiram a caráter para interagir na festa, como momento de socialização e descontração.
 
Alunos do período da tarde em festa "julina"
da EE Orestes Ferreira de Toledo. Jul 2014.

 
Momento do cumprimento dos cavalheiros para com as damas,
na quadrilha. Julho 2014.

                               
                                                                               A festa ´"julina", além de descontrair, permite cada um se "soltar".     
                      
                            Baile caipira na EE Orestes Ferreira de Toledo. Julho 2014.
                       

Alunos do período da manhã preparando-se
para a quadrilha na EE Orestes F. de Toledo.
Julho 2014.



"Noiva" jogando o buquê no final da quadrilha.
Julho 2014.
     Considerando a festa como um "fato social total" no sentido de Marcel Mauss, antropólogo francês, pode-se observar vários aspectos durante a apresentação, como: o jeito de  cavalheiros e damas cumprimentarem-se, a reação de um cavalheiro com outro quando convida uma dama para dançar, os trajes típicos e os estereótipos de personagens presentes no universo das interrelações  rurais, bem como as músicas, que antes era só forró, na atualidade, introduz no meio da quadrilha, um trecho funk ou sertanejo universitário, demonstrando, assim, "liminaridades" e "dramas" no sentido de Turner.
 
    
    
Alunos do período da tarde da EE. Orestes Ferreira de Toledo
posando para foto antes da quadrilha "julina". Julho 2014.
 
 
 
   


domingo, 27 de julho de 2014

OBSERVAÇÃO DOS ASTROS EM ALEXANDRIA

Capa do DVD Alexandria,
filme de Alejandro Amenabar
    Com os estudos sobre os discursos narrativo (ou mítico) e filosófico, na terceira série do ensino médio, e a visita ao Planetário Móbile, na EE. Orestes Ferreira de Toledo, em Palmeira d´Oeste, o próximo passo a ser revisto no currículo será o discurso científico.
 
     Para isso, nada melhor como ilustrar o conteúdo com um filme, para analisar que nem tudo que aprendemos sobre o  Conhecimento científico foi "às mil e uma maravilhas".
    
     O filme "Alexandria" (título original "Ágora"), de Alejandro Amenabar, demonstra como na História da Filosofia houve, não só muita especulação sobre os astros, mas também preconceito, dor e sofrimento para que o Conhecimento sobre o cosmos fosse compreendido e divulgado.
 
     A investigação filosófica não teve apenas homens como seus discípulos. A filósofa Hepátia (Hypatia), do período helênico, foi uma das colaboradoras para o desencadear de questões celestiais que iam além de seu tempo, mas que, infelizmente, foi interrompida com a destruição do centro de estudos avançados, onde havia a maior biblioteca, em Alexandria, devido os conflitos entre as religiões (Romana, Judaica e Cristã).
 
     Muitos registros se perderam na guerra religiosa. O pouco que se salvou foram resgatados pela filósofa Hepatia e alguns de seus discípulos. Mas, durante o período helênico, avançados estudos foram feitos das teorias de Euclides, Ptolomeu entre outros, prevalecendo, ainda, naquele tempo até a Idade Média, a visão geocêntrica do universo.
 
    O filme Alexandria (ou Ágora) é um convite a conhecer como o mundo científico estava prestes a nascer, embora as questões religiosas afastassem os filósofos das discussões referentes à natureza.

OBSERVANDO OS ASTROS NO PLANETÁRIO

     O ser humano sempre foi um ser curioso.  Povos da Antiguidade questionavam a origem da vida, do mundo, e, através de suas crenças, tentaram explicar, da maneira mais coerente possível, o que originou os mitos da criação nas diversas religiões.
 
     De onde vim? Para onde vou? São perguntas que, até hoje, acompanham os pensadores e cientistas em suas pesquisas.
Foto da Lua cheia, no céu da cidade de
São Francisco, em 12 de julho de 2014,
pela prof. Maria Terezinha Corrêa.
 
     Como sabemos a Filosofia surgiu com o objetivo de estudar a natureza. Desde os primeiros filósofos (conhecidos como pré-socráticos), na Grécia Antiga, por volta do século VII a. C., que os estudos sobre a origem do mundo começou a ser investigada de maneira mais sistemática até dar origem as Ciências modernas, por volta do século XVII d.C., como a Física, que se dividiu em várias outras áreas de pesquisa, por exemplo, a Astronomia (já começada por Anaximandro, VI a.C.)
 
     Com os avanços tecnológicos, a Astronomia tem dado uma grande contribuição para alguns mistérios até hoje intrigantes (e que ao longo da História Ocidental fez muito filósofo perder a vida, como Giordano Bruno e outros). Pode-se observar os astros por meio de grande telescópio e ser reproduzido no "Planetário".
 
Instrumento que projeta os astros celestiais
no interior do Projeto Móbile, em visita a
EE. Orestes Ferreira de Toledo, 20/07/2014.
   
Planetário? O que é isso? Conforme o dicionário Mini Aurélio é: "Instrumento de projeção para demonstrar a posição e o movimento dos corpos celestes. [Pode projetar o céu como seria visto em qualquer época e lugar do planeta.]" Continuando a explicação: "... sala onde se projetam essas imagens numa cúpula." (FERREIRA, 2006: 364). Esse instrumento demonstro na foto ao lado.
 
 
 
    
   
Visitantes entrando na "bolha" planetária
 do Projeto Móbile, observados  pelo
vice diretor, Mario Junior, 20/07/2014.
     Geralmente, o edifício de um planetário situa-se em cidades grandes, o que não facilita a vida de quem mora bem longe dos grandes centros. Mas, o Programa da Escola da Família da EE. Orestes Ferreira de Toledo, que tem como vice-diretor o professor Mário Junior, este ano, em parceria com a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) via Diretoria de Ensino da região de Jales-SP, agendou para toda a comunidade escolar a visita ao planetário itinerante do Projeto Móbile.
 
 
 
 
     O Projeto Móbile é mantido por uma entidade particular que tem como objetivo conscientizar o ser humano diante do cosmos e, consequentemente, mostrar que o nosso planeta Terra é o único com condições de vida e com muita água. Contudo, devemos cuidar bem desse nosso habitat, a nossa casa terrena.
 
   
Cartão sobre o objetivo do Planetário Móbile
     Agradecemos aos instrutores do Projeto Móbile que viajam pela Brasil inteiro, proporcionando aos alunos, pais e comunidade em geral, apreciar e aprender sobre as maravilhas de nossa galáxia, para compreendermos, um pouco, nosso sistema solar. Viajar pelos planetas, pelas constelações foi uma experiência inesquecível, encantadora e muito esclarecedora. Que nossas feiras de ciências possam se inspirar nesses bons exemplos. Valeu!
 
Grupos de professores em visita ao
Planetário Móbile na EE Orestes Ferreira
de Toledo. Julho 2014.
          
          
Instrutores do Planetário Móbile na
EE Orestes Ferreira de Toledo,
Palmeira d´Oeste, 20/07/2014.

                                               
                                                            Visitantes do dia no Projeto Móbile no
                                                               Programa Escola da Família na EE.
                                                              Orestes F. de Toledo, 20/07/2014.
 
 

domingo, 13 de julho de 2014

Filosofar e comer


Capa do folder do projeto "Comer é viver"
 confeccionadopelo grupo de alunas da 2a. C
da EE. Orestes Ferreira de Toledo; maio/2014.
    
     Filosofar é o ato humano de refletir sobre o porquê do nosso viver. Neste sentido, surgiu para a classe da  2a. série C do ensino médio, da EE. Orestes Ferreira de Toledo, um desafio no segundo bimestre: quais aspectos da vida escolar deveriam melhorar.
 
     Pensando sobre o assunto, um grupo de alunas pensou como incentivar uma melhora na alimentação dos alunos.
 
 
 
 
 
 
     Após pensarem, refletirem e trocarem ideias com as merendeiras da escola, esboçaram um folder que ajudará a comunidade escolar, como um todo, a ter consciência da questão e a buscar uma alimentação mais saudável.



Verso do folder "Comer é viver" criado pelo grupo de alunas
da 2a. série C da EE Orestes F. de Toledo. Maio/2014.
 
     Associando os conhecimentos adquiridos nas disciplinas de Educação Física, Química e Biologia, o projeto "Comer é viver" surgiu na disciplina de Sociologia, que permitiu numas aulas, pensarem qual maneira é mais adequada para atingir o público alvo, ou seja, os alunos da escola.
 
    O papel da Filosofia foi fundamental, neste processo, pois permitiu ao grupo refletir, analisar, questionar as possibilidades, os recursos e, assim, confeccionar um folder (como vemos nas ilustrações) para depois distribuírem nas salas de aulas.
 
 
 
    A parceria com as funcionárias da merenda e o apoio da coordenação pedagógica foi muito importante para esse projeto, sendo, assim, uma ação possível de ser concretizada entre os alunos que assumiram o compromisso de acompanharem a situação apresentada.
 
     O convite feito à nutricionista da prefeitura de Palmeira d´Oeste, Janaína, foi fundamental para dar andamento da ideia de uma alimentação saudável, propondo um cardápio balanceado junto as merendeiras da escola, o que repercutiu na hora do recreio entre os alunos.
 
     Parabéns ao grupo que escreveu a frase no folder: "Vivendo consciente, para uma escola contente."
 
 
Grupo de alunas (Ludmila, Denice, Luara e Camila) do projeto
 "Comer é viver" da 2C da EE Orestes Ferreira de Toledo. Maio/2014.
 
   

sábado, 12 de julho de 2014

Interagindo Filosofia com o discurso em "A revolução dos bichos"

     Uma das cinco competências exigidas para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é o domínio das linguagens. Não só a linguagem formal da língua portuguesa, mas também o domínio das linguagens técnico-científica, filosófica e artística.

     Como vimos na terceira série do ensino médio, ao longo do primeiro semestre, no volume 1, do Caderno do aluno, na disciplina de Filosofia, as linguagens estão presentes nos discursos, que foram apresentados nas situações de aprendizagens.

Agente escolar (inspetor) Michel da EE
Orestes F. de Toledo analisando a obra
"A Revolução dos bichos"
    
     Os discursos são uma das características  do ser humano, pois é "o único animal que possui o dom da fala", afirmou o filósofo grego Aristóteles, em sua obra A Política, escrita no século IV a. C.
   
     Por meio do discurso o homem expressa seu senso de justiça ou de injustiça, de bem ou de mal, enfim, o seu discernimento sobre o mundo em que vive, distinguindo-o, assim, dos outros animais.


    
 
      Os tipos de discursos podem ser classificados de modo narrativo e argumentativo. Para ilustrar tal assunto, o inspetor (agente escolar) Michel, da EE Orestes Ferreira de Toledo, em Palmeira d´Oeste, foi convidado para apresentar o livro "A Revolução dos bichos", de George Orwell, de um modo informal, para um grupo de alunos.
 
Inspetor Michel com grupo de alunos
 do 3A EM da EE Orestes F. de Toledo
Junho/2014.
    
 
     Uma forma de demonstrar que o assunto política estudado, de modo filosófico no Caderno do aluno, pode ser abordado de diferentes gêneros, ou seja, de discursos, o inspetor Michel, contou e explicou ao grupo de alunos, como o autor escreveu a conjuntura de época de uma forma metafórica, narrando personagens comum a nossa cultura e, fazendo críticas a hegemonia do sistema político vigente.
 
 
 
 
                                                               

Agente escolar Michel apresentando o
livro A revolução dos bichos". Junho/2014.
     A leitura feita pelo inspetor Michel incentivou os alunos a lerem o livro A revolução dos bichos e associarem a frase do filósofo Antônio Gramsci: "Todos os homens são filósofos". Assim, como há os filósofos especialistas, que utilizam o argumento com todo rigor para o aprofundamento das análises, num discurso filosófico, também os escritores utilizam o discurso narrativo, presente nos mitos e na religião para transmitirem mensagens que contêm questões a serem refletidas de modo crítico.


     Agradecimentos ao inspetor ou agente escolar Michel pela disponibilidade e colaboração. Os alunos aproveitaram muito essa aula interagindo as linguagens filosófica e narrativa. Valeu!

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Filosofia, natureza e meio ambiente.

"Natureza. Conjunto dos seres e das coisas que constituem o mundo físico; tudo o que, no universo, não aparece como transformado pelo homem; conjunto de leis que parecem manter a ordem das coisas e dos seres; modelo que a arte se propõe seguir ou reproduzir." (MOSCOVICI, 1999:27)

Vista de um sítio em S. Francisco
Junho/2014.
 
     O surgimento da Filosofia foi, como estudado ao longo do curso do ensino médio, devido a busca do elemento primordial do mundo, do universo (VII a. C.) e, séculos depois (V a. C. em diante), a essência da humanidade será a investigação prioritária como parte da natureza cósmica.
 
     Os primeiros filósofos gregos (ou os pré-socráticos), como exemplo, Tales de Mileto, começaram a tentar desvendar a natureza de um modo racional, o que causou grande preconceito na época, chegando a serem motivo de anedotas nas comédias atenienses.
 
     Embora a definição descrita no epígrafe deste artigo por Serge Moscovici refira-se ao mundo material, a visão dicotômica de Platão é criticada até os nossos dias, porque "[...] espontaneamente, os homens são panteístas". Panteístas? O que isso significa?
 
     Procurando não discutir o tema no sentido religioso, mas sim, a partir da reflexão sobre a natureza, o autor acima citado trata de explicar: "[Os homens] Manifestam entusiasmo ou temor fazendo aliança com a multiplicidade dos seres, como se essa tivesse valor próprio e constituísse valor novo." Resumindo, é sentir a natureza como algo sagrado.
 
     Pode-se perceber como a vida contemporânea, nas cidades grandes, principalmente, a necessidade de ir ao encontro da natureza é visível. Os congestionamentos tanto terreno quanto aéreo criam um mal estar urbano que só de ver já é possível diagnosticar a "pressão alta" das rodovias, imagine dos indivíduos.

Cartaz sobre a ONG Greenpeace
confeccionado por um grupo de
alunos do 3B EE Orestes F. de Toledo
Junho 2014.
 
     Que seria de nós sem o "colírio" do mar, dos rios, riachos, das cachoeiras? Da música dos pássaros sem os instrumentos eletrônicos, que muitas vezes são abafados por causa dos "disk psiu" das cidades, acionadas por algum morador que espera o silêncio da noite para repor suas energias depois de um longo dia de trabalho? Das cores das flores, das frutas e legumes, dos animais?
 
    À medida que houve o avanço da Filosofia,  as Ciências empíricas gerou "uma paixão tão forte que impõe respeito à racionalidade". Mas, infelizmente, o mercado passou a utilizar o conhecimento para dominar a natureza, fonte de inspiração para a arte. Com isso, nesses "tempos líquidos" a preocupação com a mesma é tão grande em preservá-la que, no mundo todo surgem Organizações não-governamentais (ONGs), para despertar nossa consciência, pois a Terra é nosso eco, cabe a nós cuidar para mais tarde não faltar a vida da qual dependemos.
 
     Nesse sentido, as classes da terceira série pesquisaram as ONGs que alertam para o cuidado que os humanos devem ter para com a "mãe-natureza", propondo atitudes conscientes com o meio ambiente (em casa, na escola, na vizinhança, em praça pública etc), como os japoneses fizeram durante a Copa do mundo, em Recife, mesmo seu país tendo perdido o jogo. Sigamos os bons exemplos.

Alunas do 3A apresentando a ONG WWF
da EE Orestes F. de Toledo
Junho 2014.
Cartaz sobre a Rio + 20 confeccionado por alunos
do 3B da EE Orestes F. Toledo.
Junho 2014.


Alunas do 3A EE Orestes F. de Toledo
apresentando uma das ONGs
Junho 2014





 


Grupo de alunas do 3B apresentando
trabalho sobre ONG e meio ambiente.
Junho 2014.







 
 


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